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Versão 13.0

Lançamento inicial (13.0.0)

Setembro de 2026

Interface e temas

  1. Nova identidade visual Anatem 13, com tipografia, ícones, abas, painéis e barra de ferramentas reorganizados, preservando o editor de formato fixo.

  2. Inclusão dos temas Dark, com superfícies quase pretas e acentos verdes na aba de Análise, e Light, aplicado à interface completa.

  3. Escolha de tema na primeira execução, com prévia estática do Relatório Interativo. A preferência é pessoal, não pertence ao STB e pode ser alterada posteriormente em Exibir > Aparência.

  4. Reorganização da barra de ferramentas para reunir, no final e após um separador, Árvore do Caso, Entrada Assistida, Overview, Relatório Interativo, Visão Geoespacial e Assistente IA.

  5. Adaptação dos painéis, do editor e da aba de Análise ao redimensionamento da janela ou à troca de tema, sem fechar documentos nem perder o contexto corrente.

  6. Abertura e reativação dos documentos de caso com a janela interna maximizada, sem forçar a maximização da janela principal do Anatem.

Organização e navegação do caso

  1. Criação da Árvore do Caso, que mostra o STB ou STBX mestre, os arquivos alcançados por DARQ e os códigos na ordem efetiva de leitura.

  2. Navegação direta da árvore para arquivo e linha, com duplo clique, expansão seletiva dos ramos e uma raiz independente para cada caso aberto.

  3. Diagnósticos estruturais para arquivo incluído ausente ou ilegível, ciclo de inclusão, múltiplos pais e caminho incompatível com a resolução do caso.

  4. Tooltip com o caminho completo nas abas associadas a arquivos, mantendo no rótulo visível apenas o nome compacto.

  5. Substituição da busca puramente textual pela navegação semântica entre CDUs, topologias, modelos de máquina, curvas, parâmetros e demais declarações relacionadas.

  6. Resolução das referências no contexto real de inclusões e ordem de leitura, com indicação explícita de destinos ausentes, ambíguos ou duplicados.

Entrada Assistida

  1. Criação da Entrada Assistida, que transforma o registro selecionado em formulário contextual sem abandonar o texto de formato fixo.

  2. Explicação de cada campo com nome, significado, posição, largura, unidade, obrigatoriedade, valor padrão e condição de uso quando disponíveis.

  3. Edição de linhas existentes e criação de novas linhas com prévia do registro completo antes da aplicação no editor.

  4. Validações locais de campos obrigatórios, largura, formatos, escolhas fechadas e combinações condicionais, sem substituir a crítica do ANATEM.

  5. Integração com Undo: cada aplicação é uma única operação e Cancelar não modifica o arquivo.

  6. Tratamento próprio de linhas ativas, desabilitadas, comentários, cabeçalhos, continuações e registros multilinha.

  7. Ampliação do catálogo para os códigos usados pelo caso de referência do SIN, incluindo DEVT, DPLT, DARQ, EXSI, modelos de equipamento, ACDU, DCDU e DTDU.

  8. Entrada Assistida para RELA como conjunto de opções documentadas, com composição de continuações e preservação de opções desconhecidas já existentes.

  9. Ajuda contextual para abrir no manual o registro em edição e integração do mesmo contexto com o Assistente IA.

Overview

  1. Criação do Overview na aba de Análise, combinando informações do OUT e séries do PLT para a triagem da execução.

  2. Abertura automática contextual: EXSI concluído normalmente inicia no Overview; erro, EAMI e EAIF reutilizam a mesma aba no Relatório Interativo.

  3. Indicadores de disponibilidade do PLT, horizonte simulado, corte efetivo de carga e eventos de execução, distinguindo fonte ausente, dado inválido e resultado calculado.

  4. Linha do tempo única para eventos e visão sistêmica, com sinal global selecionável entre FCMS, FMAQ, FREQ e VOLT, eixo vertical identificado e representação da mediana com faixa P10–P90.

  5. Enquadramentos Eventos e Sistema para alternar entre a janela dos eventos e todo o horizonte da simulação, além de zoom pela roda do mouse, seleção de intervalo por arraste com o botão central e restauração por duplo clique com esse botão.

  6. Corte temporal comum às análises de tensão e frequência, definido por tempo digitado, linha vertical arrastável ou atalhos posteriores aos eventos, com o instante considerado indicado nas duas seções.

  7. Separação entre eventos e diagnósticos: erros, avisos e erros ignorados permanecem no Relatório em vez de serem duplicados como ocorrências temporais.

  8. Pesquisa responsiva dos sinais do PLT, preservando ordem, tipo, identificador, nome personalizado e unidade.

  9. Apresentação conjunta de sparkline, boxplot, faixa, valores inicial/final e detalhe temporal do sinal, com redução de pontos somente para desenho.

  10. Estatísticas robustas por sinal: extremos, quartis, mediana, dispersão interquartil, instante do mínimo e tendência final, considerando somente amostras válidas.

  11. Triagem de tensão com cobertura, P10 dos mínimos, queda P90, máximo de violações simultâneas e persistência ao final, incluindo relações recolhíveis das barras contabilizadas nos dois últimos critérios.

  12. Catálogo conservador para tensão, distinguindo indisponibilidade, ausência de indício, violação, comportamento local severo e possível instabilidade com abrangência.

  13. Exclusão de tensões zeradas por desconexão das métricas e conclusões, mantendo valores baixos não nulos sob análise e evitando classificar uma barra isolada como afundamento generalizado.

  14. Separação elétrica das redes nominais de 50 e 60 Hz, selecionando inicialmente a de maior cobertura e permitindo ao usuário alternar entre elas.

  15. Métricas distintas para FCMS, FMAQ e FREQ, sem tratar frequência local de barra como frequência sistêmica.

  16. Cálculo de nadir, zenith e RoCoF em três janelas, com retorno à faixa nominal e assentamento final explicitamente separados de perda de sincronismo. Os cartões de retorno e assentamento oferecem relações recolhíveis dos sinais correspondentes.

  17. Triagem de sincronismo com tendência terminal de FMAQ/DELT e confirmação por mensagem angular do ANATEM, inclusive quando não existe segunda máquina de referência no PLT.

  18. Organização dos parâmetros em grupos próprios de tensão, frequência e sincronismo, incluindo limite configurável para persistência final de tensão e valores iniciais válidos para as faixas nominal e final em Hz.

  19. Leitura responsiva de arquivos PLT extensos, com apresentação progressiva dos sinais e cálculo das métricas sobre todas as amostras válidas.

Relatório Interativo

  1. Criação do Relatório Interativo, com índice lateral por famílias, busca, filtros, ordenação, cópia e retorno ao TXT.

  2. Preservação da rastreabilidade de cada cartão, linha, célula e bloco até o intervalo correspondente do arquivo original.

  3. Cabeçalho contextual: EXSI apresenta tempo, SPMD, eventos, ocorrências e DLCA; EAMI e EAIF apresentam as métricas próprias de suas matrizes.

  4. Primeira seção Informações do caso, reunindo STB, OUT, PLTs, cabeçalho de licenciamento e a relação de arquivos impressa por DARQ.

  5. Diagnósticos separados em erro, aviso e erro ignorado, com associação controlada do dado de entrada e das linhas explicativas impressas.

  6. Interpretação recolhível dos cards de entrada, mostrando parâmetro, significado, valor e colunas do registro quando cada campo pode ser identificado com segurança.

  7. Relatório de barras CA agrupado por tempo, área e nível de tensão, com tipo do caso-base apresentado como Barra Swing, Barra de geração ou Barra sem geração, sem inferir modelos dinâmicos.

  8. Visualização própria de ESTC por período, com ranking proporcional dos controladores e marcador da média de soluções do modelo CA quando impressa.

  9. Visualização hierárquica de ESTS com conectores de pai, ramos e últimos filhos, percentuais, duração e acesso ao ASCII original.

  10. Estruturação do relatório compulsório DLCA por CDU, bloco, variável e indicação de cache.

  11. Estruturação de conversão de geração em carga ZIP, inicialização duvidosa, SVC e compensadores série sem modelo, controladores desligados, malhas inativas e linhas CC sem indutância.

  12. Cobertura dos RELA de rede e operação: RILH, ILHA, RGER, ROPG, RMOT, RLIN, RCAR, RCSC e RLDC.

  13. Cobertura dos RELA de controles e configuração: RERA, RBER, RCEN, RBCN, RCDU, RBLI, RCTE, RDIM, ROPC, RCMT e RE2S.

  14. Reunião das reimpressões de cabeçalho geradas por paginação, preservando tempo, área, colunas e o intervalo completo de origem.

  15. Seletores pesquisáveis por barra ou controlador em relatórios centrados em entidade, com listas estáveis durante rolagem e altura adaptada à janela.

  16. Apresentação progressiva das tabelas extensas e cópia somente das linhas visíveis, sem limitar a busca no relatório completo.

  17. Visualização vinculada de EAMI — Análise Multi-Infeed — com sumário, matriz MIIF, índices, modalidade PECO e CSV nativo opcional preservado.

  18. Visualização vinculada de EAIF — Análise de Interação entre Fontes Renováveis — distinguindo métodos iterativo e YBUS.

  19. Seleção global reativa de barras nas matrizes EAMI/EAIF, iniciando pelas oito maiores interações e controlando simultaneamente linhas, colunas e cópia.

  20. Rankings direcionais independentes do recorte visual: aplicações mais gravosas contra uma barra e barras mais afetadas por uma aplicação.

  21. Preservação do texto e das linhas de origem para relatórios que ainda não possuem apresentação própria, sem preencher valores por aproximação.

Visão Geoespacial

  1. Criação da Visão Geoespacial na aba de Análise para resultados EXSI.

  2. Inclusão de DARQ GEO para associar o caso a um arquivo geográfico local, sem usar essas posições no cálculo elétrico.

  3. Disponibilização de uma base genérica do caso SIN construída com dados públicos, identificada como referência regional e não como cadastro oficial.

  4. Representação separada de barras, circuitos, nós e troncos, preservando circuitos paralelos e a qualidade exata, aproximada ou ausente das posições.

  5. Visualização de ângulo, frequência e tensão por excursão máximo-mínimo, comparação entre instantes, diferença B - A ou mínimo/máximo.

  6. Janela temporal configurável para a medida mínimo/máximo, com tempo inicial, atalhos para eventos DEVT, máscara independente para ignorar tensões abaixo de 0,2 pu por padrão e filtro de tensão mínima.

  7. Mapas A/B lado a lado com enquadramento, zoom e escala sincronizados, mas áreas de desenho e camadas de resultado independentes.

  8. Codificação por tamanho e sinal: magnitude na área da bolha, verde acima da referência e vermelho abaixo, com valores numéricos preservados no detalhe.

  9. Reprodução no tempo físico com velocidades de 0,25× a , mantendo transições discretas nos instantes DEVT.

  10. Marcadores numerados para eventos programados e símbolos distintos para relés, ERACs e demais atuações observadas.

  11. Filtro dos maiores resultados, edição direta dos instantes A/B e atalhos para início/fim ou janelas de eventos.

  12. Captura PNG e gravação WebM de um ciclo completo, com painel de identificação do caso, grandeza, medida, instante, velocidade e eventos.

  13. Funcionamento local, com mapas-base do Brasil e apresentação de Argentina e Paraguai quando houver dados geográficos do caso nesses territórios.

  14. Afetação geográfica para EAMI e EAIF, com leitura direcional de linha ou coluna da matriz, barra focal, setas, dez maiores fatores, filtros, índice MIIF × 100 e acesso à matriz completa no Relatório Interativo.

  15. Inspeção de elementos sobrepostos por separação radial, halo tracejado e recolhimento central; mapas EXSI lado a lado sincronizam os popups e permitem fixá-los para captura.

  16. Recurso de acessibilidade visual exclusivo da Visão Geoespacial. O seletor Paleta do mapa oferece os modos Padrão, Daltonismo - azul/laranja e Alto contraste, aplicados também às legendas, capturas PNG e gravações WebM.

Assistente de IA

  1. Criação do Assistente de IA para explicar linhas, códigos, diagnósticos, relatórios, métricas e referências no contexto selecionado.

  2. Provedor local opcional baseado em Qwen, voltado a perguntas objetivas e introdutórias, sem enviar o contexto da consulta pela Internet.

  3. Instalação guiada do modelo local, com seleção automática da aceleração disponível e ações para cancelar, reinstalar ou remover os componentes.

  4. Integração opcional com ChatGPT, condicionada à autenticação e à autorização existente para compartilhar os arquivos necessários.

  5. Sugestões de perguntas para iniciar consultas sobre o contexto selecionado.

  6. Cancelamento visível e responsivo de consultas, descarte de respostas tardias e tratamento de resposta vazia como falha do provedor.

MultiPLT

  1. Criação do MultiPLT para distribuir sinais em múltiplos arquivos regulares de plotagem.

  2. Identificador DPLT.ID de até três algarismos, de 0 a 999, associado ao campo DARQ PLT.C.

  3. Preservação do destino legado 0 e da compatibilidade com arquivos e fluxos de plotagem existentes.

Controle Definido Internamente

  1. Documentação integrada do CDI — Controle Definido Internamente, que permite distribuir controladores CDU proprietários em estrutura protegida e criptografada.

  2. Definição, pelo proprietário, dos parâmetros obrigatórios e opcionais e das variáveis que podem ser plotadas pelo usuário.

  3. Exemplo baseado no AVR em CDU do caso MBINF_AVR, disponível na pasta de exemplos, e orientação para contato com anatem@cepel.br sobre empacotamento e distribuição.

Dica

Para operação e significado dos campos, consulte a Visão geral da versão e os capítulos de cada recurso.